Estado do Rio está livre do risco imediato de febre amarela, segundo especialistas

E de acordo com o subsecretário estadual de Vigilância Epidemiológica Alexandre Chieppe, há doses suficientes para vacinar todas as pessoas que moram nas cidades dentro do cinturão estabelecido pelo governo.

01 FEV 2017   |   Por Jornalismo  |   09:58

Estado do Rio está livre do risco imediato de febre amarela, segundo especialistas
Foto: Reprodução

Apesar da situação instalada nos estados vizinhos, o Rio de Janeiro não corre risco imediato de registrar casos de febre amarela. Ao menos essa é a opinião de especialistas e gestores públicos baseada nos indícios coletados até o momento. A Fundação Oswaldo Cruz sediou um seminário nesta terça-feira (31) para debater o assunto e principalmente formas mais eficazes de controlar o avanço da doença. De acordo com a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, é preciso manter um monitoramento constante, mesmo que a vacina contra a febre amarela faça parte do calendário nacional há décadas.

E de acordo com o subsecretário estadual de Vigilância Epidemiológica Alexandre Chieppe, há doses suficientes para vacinar todas as pessoas que moram nas cidades dentro do cinturão estabelecido pelo governo. Somente para esses 16 municípios, que fazem divisa com áreas do Espírito Santo e de Minas Gerais, onde foram registrados casos, foram enviadas 250 mil doses. No resto do estado, outras 450 mil doses reforçam a proteção para quem for viajar para os locais de risco. Moradores fora dessa situação não precisam se alarmar de acordo com Chieppe.

O Rio de Janeiro é o único estado da região Sudeste que não tem casos suspeitos de febre amarela. O boletim lançado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira relaciona 99 casos confirmados da doença em Minas Gerais cinco no Espírito Santo e três em São Paulo. Em todo o Brasil já foram confirmado 47 óbitos provocados pela doença e 64 ainda estão sendo investigados.
















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