Bragantino faz campanha por patrocínio e aceita até bitcoins como pagamento

Clube vai disputar o Paulistão e afirma que medida faz parte de um projeto de modernização

09 JAN 2018   |   Por Jornalismo  |   10:18
Foto: Reprodução/Facebook
Bragantino faz campanha por patrocínio e aceita até bitcoins como pagamento
Bragantino aceitará bitcoin de empresas dispostas a patrocinar o clube

De volta ao Paulistão após dois anos na Série A2, o Bragantino busca recursos, agora, para manter uma equipe competitiva no torneio estadual. Para atrair patrocinadores, o Massa Bruta criou, inclusive, uma campanha inusitada: aceitará bitcoins de empresas dispostas a financiar o clube em 2018. Atualmente, a criptomoeda está cotada em cerca de R$ 52 mil.

A medida é inédita no futebol brasileiro. Segundo Luiz Arthur Abi Chedid, vice-presidente, a medida faz parte de um projeto de modernização do Bragantino, que completou 90 anos recentemente. As empresas que tiverem interesse, podem anunciar no uniforme do Bragantino pagando a partir de um bitcoin.

- Fizemos essa divulgação para mostrar que o clube está antenado. Estamos completando 90 anos, mas estamos de olho no futuro e nas novidades. É uma forma de atrair também um público mais novo. O Real Madrid já vende ingressos (para fazer tour no Santiago Bernabeu) por criptomoeda, por exemplo. É uma tendência - afirmou Chedid.

Para a disputa do Paulistão, o Braga já tem dois patrocinadores. Mas os principais espaços do uniforme ainda não foram negociados. Para os jogos contra os clubes grandes - São Paulo, Palmeiras e Santos - a equipe também negocia patrocínios pontuais devido à visibilidade das partidas.

 

Bitcoins

 

É uma moeda virtual criada em 2008 e a primeira a usar criptografia. Ao contrário das moedas físicas, como o real ou o dólar, o bitcoin não é emitido pelo Banco Central de nenhum país. O responsável por sua "criação" é um programa de computador central e complexo

 

As moedas virtuais ainda enfrentam questões em torno da sua regulamentação. Alguns países se mostram favoráveis ao seu uso, como Japão, Suíça Reino Unido e Estados Unidos. Outros, como Bolívia, Tailândia e Índia, proíbem algumas formas de transações financeiras com moedas que não são emitidas pelo governo.

Algumas empresas aceitam bitcoin como forma de pagamento. Apesar disso, sua aceitação ainda é restrita. O mais comum é trocar bitcoin por outras moedas em casas de câmbio e depois comprar o bem desejado usando dinheiro.

A moeda sofreu valorização altíssima em 2017. Em primeiro de janeiro, o preço de venda era de US$ 997,96. No primeiro dia de 2018, o valor de venda era de US$ 13,5 mil dólares, aproximadamente R$ 44,1 mil reais.

(*) Com informações do G1

(Fonte: G1)















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