Craques do passado participam da rádio RC Vale e do estádio Professor Virgílio Antunes

Os jogadores encantaram as torcidas

27 DEZ 2017   |   Por Jornalismo  |   08:31
Foto: Ronaldo Junior Fotografia
Craques do passado participam da rádio RC Vale e do estádio Professor Virgílio Antunes
Divulgação

O futebol solidário que aconteceu no estádio Professor Virgílio Antunes contou com Amaral, Vampeta e Ademir da Guia. Não poderia faltar gol. De pênalti Ademir da Guia faz gol e a torcida vai a loucura.

“Eu tive o privilégio e a sorte de jogar com grandes jogadores, muitos craques. O mais importante que a gente passa é poder estar junto com a torcida, poder conseguir títulos porque é importantíssimo para os grandes clubes”, afirma o jogador Ademir da Guia.

A arbitragem é um jogo de muita responsabilidade. O arbitro Luís Flavio estava contente por estar no estádio. Por poder participar da partida que contou com grandes jogadores do passado. “A cidade cada vez que passa precisa trazer essas novidades, que a população possa comparecer e também ajudar com a distribuição de alimentos”, diz o arbitro.

Vampeta foi zoado pela torcida por estar sem fôlego. Amaral dava passes certos, mas não participava muito das jogadas. Já o Ademir mesmo com aquela idade, não perdia a bola fácil. Fez um golaço de pênalti. Os jogadores são velhos, mas não falta a experiência em campo.

“Hoje tive essa oportunidade de entrar no campo, mas eu sei que saí, tudo a gente deve ao Palmeiras. Foi ele quem nos ajudou, nos deu oportunidade, nos colocou como grande jogador, cheguei a Seleção Brasileira. A gente realmente deve tudo ao time, a torcida nos incentiva que é importantíssimo merecer esse carinho” diz Ademir da Guia com alegria.

Inspirou em seu pai o lendário Domingos da guia de Divino. Isso o fez motivar ainda mais em ser jogador de futebol. No início da carreira, que é sempre difícil, mas seu pai o ajudou bastante. “Poder herdar esse apelido para eu foi uma honra pois eu era apenas um jogador de armação”, diz Ademir da Guia.

O jogador jogou pouco pela Seleção Brasileira. “Eu procurei fazer todo o possível para merecer uma convocação porque o meu pai tinha sido convocado na França em 38. Eu sei que pai e filho ter a oportunidade de jogar uma copa do mundo é difícil, mas graças a Deus consegui chegar em 74. Não consegui jogar, mas fui convocado. Então o importante é isso, a gente poder batalhar para ser conhecido”, afirma o jogador Ademir da Guia.

Para aqueles que estão começando a carreira, Ademir deixou uma mensagem importante. “Se dedicar bastante, a carreira é linda. A carreira é promissora, é importante. O Brasil precisa de grandes jogadores. Tem que se dedicar. E aqueles que realmente tem uma condição, precisam também ser ajudados”.

O Ademir da Guia parou com 35 anos porque teve um problema de respiração, se não teria chegado aos 39 anos. Os outros jogadores pararam por outros motivos. Mas, tiveram a honra de sua carreira.

Os grandes jogadores do passado. Esperam que a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2018 vai bem, possa se classificar entre os quatro e possa ser realmente campeã. Independente de classe social, raça ou qualquer outra diferença, durante uma partida da Seleção Brasileira, somos apenas torcedores, com um único objetivo: vencer e levar o nome do Brasil a todas as pessoas do mundo. E vestir a camisa, o uniforme de um time representa bem mais que a diferenciação com o adversário representa o amor pelo futebol.

 

 

 
















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