Desemprego no país cai para 13% e já atinge 13,5 milhões de pessoas

Dados de pesquisa do IBGE aponta redução na taxa de brasileiros que estão sem emprego em todas as grandes regiões do país. Os menores índices são de Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%)

17 08 2017   |   Por Jornalismo  |   21:28
Foto: Rogério Marques / O Vale
Desemprego no país cai para 13% e já atinge 13,5 milhões de pessoas
De janeiro a junho deste ano o mercado de trabalho no Vale do Paraíba registrou saldo negativo de 3.

O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação.

Segundo novos dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação.

Houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade.

Os dados são da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) relativa a abril, maio e junho, comparativamente ao trimestre anterior.

A pesquisa apresenta como destaques as regiões Norte, onde a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%.

Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%. Em Pernambuco, a taxa passou de 17,1% para 18,8% e em Alagoas subiu de 17,5% para 17,8%. Já as menores taxas ocorreram em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Para o total do país, o desemprego caiu de 13,7% para 13%.

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, "nos estados onde houve aumento da desocupação não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego".

Os dados indicam que a população ocupada no segundo trimestre, de 90,2 milhões de pessoas, era integrada por 68% de empregados (incluindo empregados domésticos), 4,6% de empregadores, 24,9% de pessoas que trabalham por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares.

(Fonte: Agência Brasil)
















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